O Nouvelle Vague
Em terras tupiniquins comemora-se hoje o dia dos namorados. E como esta que vos fala apesar da vibe Bridget Jones não é nenhuma insensível, vamos a um post especial para os corações apaixonados </gazeta fm - a rádio que toca você>.
Crème de la crème da música romântica mundial, a nouvelle chanson francesa não tem feito feio frente aos clássicos Charles Aznavour, Edith Piaf, Serge Gainsbourg, etc. Recentemente, um projeto a priori experimental chamou a atenção da imprensa e fanáticos por música em toda a parte: o grupo Nouvelle Vague, uma espécie de fundo de garagem bem-sucedido.
O grupo, que retirou seu nome do movimento que revolucionou o cinema francês, faz misturas inusitadas de post-punk e new wave com bossa nova. As músicas são na maioria covers, mas ganham ares novos e mais suaves nas performances, como a clássica “Love Will Tear Us Apart” do Joy Division - que possuía todo um clima melancólico carregado pela voz de Ian Curtis.
Os hits recriados pelo Nouvelle Vague incluem Echo & The Bunnymen, The Clash, Depeche Mode, Blondie, Buzzcocks, New Order, entre outros. Tudo com uma pegada (desculpem o trocadilho) ideal pro dia de hoje.
Advinda do projeto e grata surpresa é a cantora Camille Dalmais. Ela foi apontada pelo britânico Telegraph como a ‘resposta francesa à Björk’, tamanho seu nível de inovação. Apesar de só ter lançado 4 álbuns até agora, vale a pena conferir a discografia da moça, muito mais interessante que seu trabalho junto ao Nouvelle Vague.
Ta douleur, do álbum “Live au Trianon”
PEB: Aproveitando a onda de comentários sobre o dia dos namorados, resolvi participar da sondagem relacionada ao “Would Like To F***?”. Procurando pelo que, digamos, poderia me empolgar, encontrei isto:
Câmbio desligo.


a resposta do Sri Lanka a Bjork seria a M.I.A?
e nouvelle vague é legalzinho pra ouvir juntinho
(*ounn*)