Vincent Van Gogh, Passeio ao Crepúsculo, do acervo do MASP
O MASP (Museu de Arte de São Paulo) recentemente, montou a exposição “A Natureza das Coisas” baseada em paisagens e naturezas-mortas de seu acervo próprio; trazendo obras de artistas da Europa e da América desde o século XVII até os anos 80.
O trabalho da curadoria foi dividido em nove grupos: “Paisagem e Humanismo”, “Paisagem: gênese e gênero pictórico”, “Parques, Jardins”, “Arborescência”, “Marinhas”, “A cidade”, “Interiores”, “Natureza Morta” e “As coisas na modernidade”. Ao todo são 70 obras, dentre as quais receberam destaque ‘Rochedos de l’estaque’ (1882-85) e ‘O Grande Pinheiro” (1892-96), de Cézanne e ‘Passeio ao Crepúsculo’ (1889-90), de Van Gogh, entre outros.
Mesmo quem como eu não é muito fã de naturezas-mortas, pode se surpreender com a delicadeza e o bom gosto da organização logo na entrada, onde a clara intenção era colocar o homem em contato com a sua paisagem, seja ela qual for, e reunificar essa unidade de pensamento Rousseauniana.
Em tempo: Às terças, a entrada no MASP é franca. Vale a pena visitar.
PEB 1: Bora pro museu, povo. Tem uns Van Gogh, Cézanne, Ernst, Picasso, Léger. Vai ficar em casa vendo a Sônia Abrão?
PEB 2: Pra quem se interessou pelo post sobre o Maio de 68, vai um link fodástico. Pero, en español. Clica!
PEB 3: Ô povo, PEB é Pink Ego Box. Lerdaram hein? Cada vez que a gente faz uma merda crítica ou comentário é PEB. Got it?
Câmbio desligo.

Fui lá essa semana!
Esta bem bacana mesmo, gostei da parte dos jardins [que inclusive tem outra do Van Gogh]. Inevitável lembrar do Joseph Climber…rs
HAHAHAHAHA.
infâmia é tudo.
Vou deixar a Sonia Abrão de lado na próxima Terça!!
hauahuhauhauha